quinta-feira, 23 de maio de 2013

CNBB promove coleta em prol da JMJ neste fim de semana

Nos dias 25 e 26 de maio, a coleta de todas as missas e celebrações realizadas nas comunidades católicas de todo o país terá uma destinação especial. Por decisão da última Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, será realizada uma coleta especial para ajudar nos custos da Jornada Mundial da Juventude Rio 2013.

A seguir, leia a íntegra da carta enviada pela Presidência da CNBB ao episcopado brasileiro:

Brasília, 03 de maio de 2013
 P – C. Nº 0228/13
COLETA PARA A JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE
SOLENIDADE DA SANTÍSSIMA TRINDADE
25 e 26 de maio de 2013
“Ide e fazei discípulos entre todas as nações!” (cf. Mt 28,19)
Caros irmãos no Episcopado,
Graça e Paz!
A 51ª Assembleia Geral da nossa Conferência Episcopal, em Aparecida – SP, de 10 a 19 de abril de 2013 contemplou, com especial atenção, o tema da Jornada Mundial da Juventude que acontecerá nos dias 23 a 28 de julho no Rio de Janeiro, com a presença do Papa Francisco e de milhares de Jovens do Brasil e de todo o mundo.
O Papa Bento XVI, na missa de encerramento da JMJ em Madri 2011, confiou-nos o cuidado da Cruz Peregrina e do Ícone de Nossa Senhora, para serem levados pelos jovens às nossas igrejas particulares como um grande convite à conversão. São muito edificantes os testemunhos advindos de todos os lugares que acolheram essa peregrinação. O próximo acontecimento será a Semana Missionária que antecede imediatamente a Jornada.
Para ajudar a fazer frente às despesas das Dioceses, Prelazias, da CNBB e da Arquidiocese do Rio de Janeiro, aprovamos, no dia 17 de abril de 2013 (cf. Ata nº 07), uma coleta nacional, a realizar-se em todas as missas e celebrações nos dias 25 e 26 de maio, Solenidade da Santíssima Trindade. O valor arrecadado será assim distribuído: 50% para a Arquidiocese do Rio de Janeiro; 30% para as Dioceses e Prelazias; 10% para o encontro Mundial dos Jovens Universitários que acontecerá em Belo Horizonte – MG e 10% para a nossa Conferência para cobrir os gastos com a Peregrinação da Cruz e do Ícone de Nossa Senhora.
Para enviar a doação:
Depósito identificado na Caixa Econômica Federal Ag: 2220
OP: 03 – CONTA CORRENTE: 200-0
As Dioceses e Prelazias que desejarem fazer envelopes e distribuí-los ao povo, podem entrar no site da CNBB (www.cnbb.org.br) e baixar o arquivo com a arte do envelope. Estão disponíveis também duas artes de “Banners” para serem colocados em lugar visível nas paróquias.
Deus lhes pague, caros irmãos, pela imprescindível colaboração.
Com afeto e gratidão,
Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida – SP
Presidente da CNBB
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília – DF
Secretário Geral da CNBB

Fonte: CNBB

Conselho Pastoral de junho será no dia 08

A Coordenação do Vicariato Recife Sul 2 informa que a reunião mensal do Conselho Pastoral será no dia 8 de junho, às 8h45, no salão da Paróquia Nossa Senhora da Boa Viagem. O tema principal do encontro será comunicado posteriormente.

Nos dias 14, 15 e 16 de junho, está agendada a visita pastoral arquidiocesana a Paróquia Nossa Senhora do Rosário, na Muribeca, em Jaboatão do Guararapes.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Arquidiocese reunirá milhares de fiéis para celebrar Pentecostes


A Festa de Pentecostes, que a Igreja Católica celebra no próximo domingo, 19, encerra o Tempo Pascal. Para marcar a data, a Arquidiocese de Olinda e Recife realizará um grande evento no Pátio do Carmo, bairro de Santo Antônio, Centro da Capital. Shows de nomes consagrados da música religiosa, momentos de oração e a celebração da Eucaristia estão na programação que começa às 14h. Por ocasião da Jornada Mundial da Juventude, o tema deste ano será “Ide e fazei discípulos entre todas as nações!” (Evangelho de São Mateus, capítulo 28 e versículo 19).

O objetivo do evento é levar os fiéis a reviverem, o episódio narrado no capítulo 2 do livro dos Atos dos Apóstolos, em que os discípulos de Jesus estão presos dentro de uma casa com medo dos judeus, mas depois da aparição do Cristo eles recebem o Espírito Santo e cheios de coragem começam evangelizar pela região. “É um momento importante para a história da Igreja, pois foi a partir daí que se formaram as primeiras comunidades cristãs e a vivência prática do cristianismo”, explica dom Fernando Saburido.

Como Pentecostes encerra um período festivo de 50 dias, a tarde promete ser de muita animação. O louvor ficará por conta do padre João Carlos, do frei Damião Silva, do missionário Hamilton e Banda Boa Nova, e do cantor Zé Vicente. “É um dia para celebrar a força que nos é dada pelo próprio Cristo para enfrentar as dificuldades do dia a dia, caminhando ao lado dos nossos irmãos”, afirma o coordenador de Pastoral da arquidiocese, padre Josenildo Tavares.

A tarde termina com a celebração da Santa Missa. A partir das 17h, dom Fernando Saburido presidirá a Celebração Eucarística para os milhares de fiéis que são aguardados pela organização do evento. A Festa de Pentecostes tem o apoio da Prefeitura do Recife, do Comitê de Ação de Graças, da Editora Vozes e do Grupo Raimundo da Fonte.

Da Assessoria de Comunicação AOR

sábado, 11 de maio de 2013

Domingo é o Dia das Comunicações Sociais

A Igreja, que celebra a Ascenção do Senhor, também convida seus fiéis a refletirem sobre as comunicações sociais neste domingo (12). Para o 47º dia dedicado a esse tema, o Papa emérito Bento XVI, no último mês de janeiro, divulgou o texto base "Redes Sociais: portais de verdade e de fé; novos espaços de evangelização", que hoje, por sua atualidade, é retomado nesse blog. Boa leitura!
 
"Amados irmãos e irmãs,
Encontrando-se próximo o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2013, desejo oferecer-vos algumas reflexões sobre uma realidade cada vez mais importante que diz respeito à maneira como as pessoas comunicam atualmente entre si; concretamente quero deter-me a considerar o desenvolvimento das redes sociais digitais que estão a contribuir para a aparição duma nova ágora, duma praça pública e aberta onde as pessoas partilham ideias, informações, opiniões e podem ainda ganhar vida novas relações e formas de comunidade.
Estes espaços, quando bem e equilibradamente valorizados, contribuem para favorecer formas de diálogo e debate que, se realizadas com respeito e cuidado pela privacidade, com responsabilidade e empenho pela verdade, podem reforçar os laços de unidade entre as pessoas e promover eficazmente a harmonia da família humana. A troca de informações pode transformar-se numa verdadeira comunicação, os contatos podem amadurecer em amizade, as conexões podem facilitar a comunhão. Se as redes sociais são chamadas a concretizar este grande potencial, as pessoas que nelas participam devem esforçar-se por serem autênticas, porque nestes espaços não se partilham apenas ideias e informações, mas em última instância a pessoa comunica-se a si mesma.
O desenvolvimento das redes sociais requer dedicação: as pessoas envolvem-se nelas para construir relações e encontrar amizade, buscar respostas para as suas questões, divertir-se, mas também para ser estimuladas intelectualmente e partilhar competências e conhecimentos. Assim as redes sociais tornam-se cada vez mais parte do próprio tecido da sociedade enquanto unem as pessoas na base destas necessidades fundamentais. Por isso, as redes sociais são alimentadas por aspirações radicadas no coração do homem.
A cultura das redes sociais e as mudanças nas formas e estilos da comunicação colocam sérios desafios àqueles que querem falar de verdades e valores. Muitas vezes, como acontece também com outros meios de comunicação social, o significado e a eficácia das diferentes formas de expressão parecem determinados mais pela sua popularidade do que pela sua importância intrínseca e validade. E frequentemente a popularidade está mais ligada com a celebridade ou com estratégias de persuasão do que com a lógica da argumentação. Às vezes, a voz discreta da razão pode ser abafada pelo rumor de excessivas informações, e não consegue atrair a atenção que, ao contrário, é dada a quantos se expressam de forma mais persuasiva. Por conseguinte os meios de comunicação social precisam do compromisso de todos aqueles que estão cientes do valor do diálogo, do debate fundamentado, da argumentação lógica; precisam de pessoas que procurem cultivar formas de discurso e expressão que façam apelo às aspirações mais nobres de quem está envolvido no processo de comunicação. Tal diálogo e debate podem florescer e crescer mesmo quando se conversa e toma a sério aqueles que têm ideias diferentes das nossas. «Constatada a diversidade cultural, é preciso fazer com que as pessoas não só aceitem a existência da cultura do outro, mas aspirem também a receber um enriquecimento da mesma e a dar-lhe aquilo que se possui de bem, de verdade e de beleza» (Discurso no Encontro com o mundo da cultura, Belém, Lisboa, 12 de Maio de 2010).
O desafio, que as redes sociais têm de enfrentar, é o de serem verdadeiramente abrangentes: então beneficiarão da plena participação dos fiéis que desejam partilhar a Mensagem de Jesus e os valores da dignidade humana que a sua doutrina promove. Na realidade, os fiéis dão-se conta cada vez mais de que, se a Boa Nova não for dada a conhecer também no ambiente digital, poderá ficar fora do alcance da experiência de muitos que consideram importante este espaço existencial. O ambiente digital não é um mundo paralelo ou puramente virtual, mas faz parte da realidade quotidiana de muitas pessoas, especialmente dos mais jovens. As redes sociais são o fruto da interação humana, mas, por sua vez, dão formas novas às dinâmicas da comunicação que cria relações: por isso uma solícita compreensão por este ambiente é o pré-requisito para uma presença significativa dentro do mesmo.
A capacidade de utilizar as novas linguagens requer-se não tanto para estar em sintonia com os tempos, como sobretudo para permitir que a riqueza infinita do Evangelho encontre formas de expressão que sejam capazes de alcançar a mente e o coração de todos. No ambiente digital, a palavra escrita aparece muitas vezes acompanhada por imagens e sons. Uma comunicação eficaz, como as parábolas de Jesus, necessita do envolvimento da imaginação e da sensibilidade afetiva daqueles que queremos convidar para um encontro com o mistério do amor de Deus. Aliás sabemos que a tradição cristã sempre foi rica de sinais e símbolos: penso, por exemplo, na cruz, nos ícones, nas imagens da Virgem Maria, no presépio, nos vitrais e nos quadros das igrejas. Uma parte consistente do património artístico da humanidade foi realizado por artistas e músicos que procuraram exprimir as verdades da fé.
A autenticidade dos fiéis, nas redes sociais, é posta em evidência pela partilha da fonte profunda da sua esperança e da sua alegria: a fé em Deus, rico de misericórdia e amor, revelado em Jesus Cristo. Tal partilha consiste não apenas na expressão de fé explícita, mas também no testemunho, isto é, no modo como se comunicam «escolhas, preferências, juízos que sejam profundamente coerentes com o Evangelho, mesmo quando não se fala explicitamente dele» (Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2011). Um modo particularmente significativo de dar testemunho é a vontade de se doar a si mesmo aos outros através da disponibilidade para se deixar envolver, pacientemente e com respeito, nas suas questões e nas suas dúvidas, no caminho de busca da verdade e do sentido da existência humana. A aparição nas redes sociais do diálogo acerca da fé e do acreditar confirma a importância e a relevância da religião no debate público e social.
Para aqueles que acolheram de coração aberto o dom da fé, a resposta mais radical às questões do homem sobre o amor, a verdade e o sentido da vida – questões estas que não estão de modo algum ausentes das redes sociais – encontra-se na pessoa de Jesus Cristo. É natural que a pessoa que possui a fé deseje, com respeito e tacto, partilhá-la com aqueles que encontra no ambiente digital. Entretanto, se a nossa partilha do Evangelho é capaz de dar bons frutos, fá-lo em última análise pela força que a própria Palavra de Deus tem de tocar os corações, e não tanto por qualquer esforço nosso. A confiança no poder da ação de Deus deve ser sempre superior a toda e qualquer segurança que possamos colocar na utilização dos recursos humanos. Mesmo no ambiente digital, onde é fácil que se ergam vozes de tons demasiado acesos e conflituosos e onde, por vezes, há o risco de que o sensacionalismo prevaleça, somos chamados a um cuidadoso discernimento. A propósito, recordemo-nos de que Elias reconheceu a voz de Deus não no vento impetuoso e forte, nem no tremor de terra ou no fogo, mas no «murmúrio de uma brisa suave» (1 Rs 19, 11-12). Devemos confiar no facto de que os anseios fundamentais que a pessoa humana tem de amar e ser amada, de encontrar um significado e verdade que o próprio Deus colocou no coração do ser humano, permanecem também nos homens e mulheres do nosso tempo abertos, sempre e em todo o caso, para aquilo que o Beato Cardeal Newman chamava a «luz gentil» da fé.
As redes sociais, para além de instrumento de evangelização, podem ser um factor de desenvolvimento humano. Por exemplo, em alguns contextos geográficos e culturais onde os cristãos se sentem isolados, as redes sociais podem reforçar o sentido da sua unidade efetiva com a comunidade universal dos fiéis. As redes facilitam a partilha dos recursos espirituais e litúrgicos, tornando as pessoas capazes de rezar com um revigorado sentido de proximidade àqueles que professam a sua fé. O envolvimento autêntico e interactivo com as questões e as dúvidas daqueles que estão longe da fé, deve-nos fazer sentir a necessidade de alimentar, através da oração e da reflexão, a nossa fé na presença de Deus e também a nossa caridade operante: «Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, sou como um bronze que soa ou um címbalo que retine» (1 Cor 13, 1).
No ambiente digital, existem redes sociais que oferecem ao homem atual oportunidades de oração, meditação ou partilha da Palavra de Deus. Mas estas redes podem também abrir as portas a outras dimensões da fé. Na realidade, muitas pessoas estão a descobrir – graças precisamente a um contato inicial feito on line – a importância do encontro direto, de experiências de comunidade ou mesmo de peregrinação, que são elementos sempre importantes no caminho da fé. Procurando tornar o Evangelho presente no ambiente digital, podemos convidar as pessoas a viverem encontros de oração ou celebrações litúrgicas em lugares concretos como igrejas ou capelas. Não deveria haver falta de coerência ou unidade entre a expressão da nossa fé e o nosso testemunho do Evangelho na realidade onde somos chamados a viver, seja ela física ou digital. Sempre e de qualquer modo que nos encontremos com os outros, somos chamados a dar a conhecer o amor de Deus até aos confins da terra.
Enquanto de coração vos abençoo a todos, peço ao Espírito de Deus que sempre vos acompanhe e ilumine para poderdes ser verdadeiramente arautos e testemunhas do Evangelho. «Ide pelo mundo inteiro, proclamai o Evangelho a toda a criatura» (Mc 16, 15).
Vaticano, 24 de Janeiro – Festa de São Francisco de Sales – do ano 2013.

BENEDICTUS XVI."
 
Fonte: Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais - www.vatican.va

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Conselho do Vicariato se reúne neste sábado (11)

Padres, diáconos e leigos se encontram neste sábado (11), no salão da Paróquia Nossa Senhora da Boa Viagem, para a reunião do Conselho do Vicariato Recife Sul 2. Às 8h45, com as laudes, serão iniciados os trabalhos que, entre outros temas, abordarão a catequese, apresentada por representantes da Comissão Arquidiocesana.
 

Padre Gerson assume paróquia Santo Antônio

Na noite desta quarta-feira (8), a Paróquia Santo Antônio, em Jaboatão dos Guararapes, ganhou um novo administrador. Padre Gerson Aparecido dos Santos, missionário redentorista, tomou posse, na igreja matriz, durante a Celebração Eucarística, presidida pelo vigário episcopal, padre Paulo Sérgio, e com a participação de fiéis da própria comunidade e de outras visitantes.
 
Na missa, foram realizados os ritos próprios de posse previstos no Direito Canônico, iniciando com a leitura da provisão canônica, e em seguida, a renovação das promessas sacerdotais, a profissão de fé, a apresentação dos objetos e lugares que ajudarão o novo administrador no seu ministério pastoral, e, por último, a entrega simbólica das chaves da igreja. 
 
Ao proferir a homília, padre Paulo Sérgio salientou o significado desse momento para a vida da Igreja local que, dentro desse tempo litúrgico, quando há as expectativas da Ascenção do Senhor e da vinda do Espírito Santo, acolhe o administrador paroquial. "O padre Gerson deve ser visto como um irmão. Mas, ele tem uma tríplice missão: ensinar, santificar e governar. E, para que isso se dê de forma plena, ele precisará do povo. Os fieis leigos são convidados a cooperar, vivendo na mesma comunhão", destacou.

O novo administrador, por sua vez, antes da conclusão e da assinatura do termo de posse, saudou a comunidade e conclamou os fieis a se engajarem nas ações pastorais. "Seguindo a orientação de nossa arquidiocese, quero contar com o apoio de todos para que esta paróquia esteja sempre em estado de missão. Visitando, celebrando, marcando nossa presença nas comunidades, inclusive nas que não ainda não contam com templos", disse. 
 
Santas Missões
 
Padre Paulo, durante a celebração, convidou o padre Gerson para colaborar, como presidente da Comissão Pastoral do Vicariato para a Ação Missionária que já desenvolve formações para os leigos e mobilização para a evangelização do povo nos territórios das paróquias. E a resposta do padre Gerson ao convite foi positiva.
 
Perfil do administrador
 
No dia da posse, Padre Gerson, completou 49 anos de vida. Ele nasceu em 1964, na cidade de Fartura, no interior de São Paulo. Foi ordenado, presbítero, no dia 7 de dezembro de 1997. É formado pela Universidade de São Francisco, em Filosofia, em Teologia, pelo Instituto Teológico de São Paulo e está concluindo o curso de Ciências Contábeis, na Universidade Católica de Pernambuco. Na Arquidiocese de Olinda e Recife, ele já atuou como administrador na paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no bairro da Madalena, e vigário na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, no Ibura.